No Ataque


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Homenagem a Carlos Augusto, ex-goleiro do ABC

carlos1_09Neste domingo 27/11/16, completa seis anos do falecimento do ex-goleiro do ABC Carlos Augusto. Além de ter sido
craque, excelente caráter. No auge, conquistou com equipe do ABC o título de campeão de 1978. Em anexo, foto do saudoso.
 
Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
 
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante
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Aniversário do conselheiro rubro Carlos Gurgel

gurgel_09Nesta terça-feira 22/07/14/, completa mais um ano de vida o conselheiro do
América Futebol Clube Carlos Gurgel. Considerado, um dos conselheiros mais atuante do Clube da Rodrigues Alves. Em anexo, foto do aniversariante.
 
Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
 
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante


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Arbitragem muito fraca de Carlos José, mas Edilene, assistente número 2, esteve impecável

carlosjose_09

O árbirtro Carlos José (foto) não teve boa atuação; ele e seu assistente número 1, Isac Márcio, erraram muito no jogo. Foto: Frankie Marcone

Acho que devo atribuir ao treinador Celso Teixeira, do Potiguar de  Mossoró o desequilíbrio demonstrado por Carlos José da Silva, árbitro, e o assistente número 1, Isac Márcio.

Isac quase apanha, acho que chegou a ser empurrado, peitado, ameaçado, antes da partida começar.

Tudo começou quando Isac, a mando de Carlos José, foi apressar a equipe do Potiguar a entrar em campo.

Celso Teixeira reclamou dos modos de Isac e toda confusão teve início.

Vamos ver o que vai ser relatado na súmula.

Mas, da arabitragem, vale o registro de que a mulher do trio, a Edilene Freire da Silva teve uma atuação perfeita.

Se Carlos José e Isac Márcio se perderam, ela se manteve firme, e não errou nada a partida inteira.

O árbitro poderia ter expulsado o técnico do Potiguar, Júnior Xuxa do ABC; errou ao não dar em pelo menos duas oportundiades a lei da vantagem, e se equivocou em várias marcações.

Assim como o Isac Márcio.


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Será que procede mesmo essa condição absurda de ter que ser feita “transferência de conta” para se conseguir patrocínio?

caixa_09Será que procede mesmo esse absurdo de que a CEF só patrocina uma equipe se a conta da prefeitura da cidade dessa mesma equipe for transferida?

Me parece fora de propósito.

Gostaria que alguém da Caixa Econômica Federal me desse essa explicação.

E se confirmada, me detalhasse o embasamento jurídico e citasse outros casos iguais.

Se for assim mesmo, dizem que foi em Arapiraca e Maceió, acho que é o “fim do mundo”.

Portanto, nada mais de Henrique Eduardo Alves e todo esse seus poder de araque; de nada vale a força de Fátima Bezerra com o Governo Federal…

Agora, quem decide é Carlos Eduardo Alves.

Outro que nunca demonstrou morrer de amores por esporte.