No Ataque


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Parabéns ao ex-atleta Burunga

Nesta quarta-feira  05/07/17, completa setenta e cinco anos o ex-atleta Burunga. Na década de 60 e 70 foi considerado
um dos melhores pontas do futebol do Rio Grande do Norte. Vale salientar, que teve o privilégio de atuar nas equipes do ABC, América, Alecrim e Força e Luz. Em sua carreira, conquistou com o ABC os títulos de Campeão de 1965 e 1970.  Com o Alecrim o título de Campeão Invicto de 1968. foto: Ribamar Cavalcante e Burunga.


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Parabéns ao ex-atleta Joel Celestino

Nesta quarta-feira  27/06/17, completa cinquenta e sete anos o ex-atleta Joel Celestino. Iniciou a carreira no Riachuelo. Após boas apresentações pela equipe juvenil foi promovido para equipe dos profissionais. Em seguida, foi transferido para o ABC. Na época, o técnico era o competente Valdemar carabina. A partir daí, Joel passou a ser o destaque do time alvinegro. No auge, conquistou para o ABC o bicampeonato 83/84/. Além do alvinegro, defendeu as cores das equipes do Central (PE), Confiança (SE), Guarabira (PE),  Paysandu (PA), Capelense (AL), Ipanema (AL), Cruzeiro (AL) e
Alecrim. Em anexo, fotos do aniversariante.Primeira,  Conquista de mais um título, para família alvinegra. Segunda foto. Ao lado do meiocampista Danilo Menezes.

Arquivo pessoal: Ribamar cavalcante

Atenciosamente,

Ribamar Cavalcante


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Aniversário do ex-atleta Oliveira

Nesta quinta-feira 15/06/17, completa cinquenta e dois anos o ex-atleta Oliveira. Iniciou a carreira na cidade de Macau. Após boas
apresentações na terra das salinas, foi transferido para o Potiguar de Mossoró. A partir daí, surgia para o futebol do RN. Um dos maiores artilheiros do nosso estado. Os gols assinalados para o Potiguar,
chamou atenção dos dirigentes do América e ABC. A equipe alvirrubra ganhou a parada. Na época, o craque passou a ser o destaque do clube da Rodrigues Alves. Além equipe rubra, defendeu as cores do Sampaio Corrêa, Corinthians de Caicó, ABC, Alecrim, 4 de Julho (PI), Ferroviário (CE), Potyguar (CN), Encerrou a carreira
no Macau Esporte Clube. Em anexo, quatro fotos. Na foto sendo
entrevistado pelo ex-atleta Ribamar Cavalcante.
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante


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Parabéns ao ex-atleta Cabral

Nesta segunda-feira 12/06/17, completa oitenta e um três o ex-zagueiro Cabral. iniciou nas categorias de base do ABC.
Na década de 50 foi um dos destaques da da equipe de aspirantes. Na época, o time era composto com atletas da casa. Hoje, dificilmente, a equipe é escalada com atletas da casa. Vale salientar, que no ano de 1954  o ABC conquistou os títulos de campeão das categorias Infantil, Juvenil, Aspirante e Titular. Infelizmente, a categoria Aspirante foi extinta. Anexo, três fotos do aniversariante. Primeira, equipe de Aspirantes de 1957. Da esquerda para direita: em pé, Argentino, Lavanero, Paca, Zózimo, Erivan e Cabral; agachados, Sabará, Jurandir, Rômulo Lima, Pingo e Zé Pequeno. Segunda foto. Após 40 anos, o reencontro com o craque Tidão. Esquerda para direita. Cabral, Ribamar Cavalcante e Tidão.
 
 
Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
 
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante


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Atuações: uma partida sem maiores destaques no ABC

Chegou a hora de fazer minha análise, com notas, das atuações dos jogadores do ABC no decepcionante empate diante do Figueirense – 2 a 2.

Edson – não teve culpa nos gols que tomou. E para mim, acreditem, foi o jogador em campo que vi com mais iniciativa de ataque. Quase não foi incomodado no jogo. Nota 6.

Bocão – Bem nos dois tempos, Mais atuante, sempre, no apoio, responsável quase direto pelo segundo gol do ABC. Nota 7,5.

Felipe – Mostrou falhas no entendimento com Cleiton, e nas suas costas saíram jogadas de perigo do Figueira. Marcou um gol de cabeça. Nota 5.

Cleiton – Poderia ter usado mais sua qualidade técnica para sair muito mais, ultrapassar a linha que divide o campo, mas também se encolheu. Na defesa esteve bem. Nota 7.

Eltinho – Boa atuação, com passagens e marcação eficiente. Nota 7.

Pedra – Mostrou garra e determinação na marcação, mas comete erros de passe e não sai da “prisão” de seu campo de ação. Nota 5.

Guedes – Um jogador qualifcado, importante, mas que hoje teve uma atuação muito abaixo do que pode render. Quase não apareceu na frente e não ajudou o time a andar. Nota 5.

Gegê – Muito bem na movimentação, criou várias jogadas de ataque, mas chegou a certa altura da partida que precisava de mais gente passando, mais gente ao seu lado lado e não tinha mais. Nota 7,5.

Erivélton – Fez uma boa partida enquanto esteve em campo, principalmente nas ações pelo lado direito e foi de seus pés o passe do primeiro gol. Saiu de forma equivocada pelo treinador Geninho. Nota 6,5.

Dalberto – Altos e baixo de novo, mas mostrou raça e oportunismo. Também não deveria ter saído do jogo. Nota 6,5.

Nando – sacrificado, a bola não chega e ele está em má fase, chegando atrasado,. Deixando de se fazer presente dentro da área. Nota 5.

Caio Mancha – entrou e nada fez. Sem nota.

Pardal – Entrou e se colocou sempre muito embolado pelo meio. Sem nota.

Zotti – Entrou e fez apenas uma boa jogada, apesar de parte da torcida ter visto muito mais. Sem nota.

 


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Geninho comete os mesmos erros em três jogos seguidos

Gente, não dá para ficar falando que Geninho é o “mago”, que o time do ABC é fraco e que se não fosse ele,  coisa e tal, e tal e coisa…não, chega!

Tem dois jogos, talvez três, que o experiente treinador faz besteiras, monta o time errado e mexe errado nas três  substituições.

Exagero? É o que penso.

Foi assim contra o Santa Cruz. O time quase foi goleado. Repetiu a dose contra o Paysandu. Ganhou por um milagre e por defesas de Edson e incompetência dos atacantes do paysandu.

Chega de tapar o sol com a peneira.

Gente, essa partida contra o Figueirense, time fraco, que vinha de três derrotas, cabisbaixo, você não exercer pressão, não tirar o espaço e espera do meio para baixo, não! Pelo amor de Deus!

O treinador, perdendo de 2 a 1, ainda voltar para o segundo tempo, contra o time que não ameaça quase nada, tanto que só desceu três vezes, continuar em campo com dois volantes sem função!?

Para que Pedra e Guedes sem passar do meio-campo?

Depois saca Nando, em má fase, por Caio Mancha que já se sabia, não mudaria nada. Como tirar Erivélton, jogador de bom passe, de boa movimentação pelos dois lados e colocar Pardal  para jogar embolado com Mancha?

Que salada maluca é essa. O ABC vitou um bando. Quase ganha o jogo porque o adversário é dos piores times dessa Série B.

Depois, acreditem, o jogo empatado, precisando de toda força à frente, ele saca Dalberto, rápido, boa fase, fazendo gols, inclusive hoje, para fazer entrar Zotti, um meia, quase um segundo volante.

Outro segundo volante- Guedes em Pedra em campo – para que? Outro segundo volante numa partida em que o adversário quase não representava perigo nenhum.

Sim , até que rrepresentava às vezes, mas muito m ais por conta dos erros de passe do time do ABC e da falta de entrosamento dos dois zagueiros.

Terceira partida que Geninho se encolhe, se amedronta e faz do ABC um time pequeno, jogando em casa.

O meu medo éque os jogadores do ABC também passem a acreditar que empatar em casa com Figueirense é bom resultado.

 


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Homenagem ao supercraque Marinho Chagas

Nesta quinta-feira 01/06/17, completa três anos do falecimento do ex-atleta Marinho Chagas. Iniciou a carreira no Riachuelo Atlético Clube. Após boas apresentações pelo clube da Marinha, foi transferido para equipe do ABC. Responsável pela transferência, o
saudoso José Prudêncio. A partir daí, surgia um dos melhores laterais do Futebol Brasileiro. Com apenas dezoito anos, conquistou com o ABC o título de Campeão de 1970. Além da equipe alvinegra, defendeu as cores do Náutico(PE), Botafogo(RJ), Seleção Brasileira, Fluminense(RJ), Cosmos (EUA), São Paulo (SP), América.  Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
 
 
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante