No Ataque


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Geninho comete os mesmos erros em três jogos seguidos

Gente, não dá para ficar falando que Geninho é o “mago”, que o time do ABC é fraco e que se não fosse ele,  coisa e tal, e tal e coisa…não, chega!

Tem dois jogos, talvez três, que o experiente treinador faz besteiras, monta o time errado e mexe errado nas três  substituições.

Exagero? É o que penso.

Foi assim contra o Santa Cruz. O time quase foi goleado. Repetiu a dose contra o Paysandu. Ganhou por um milagre e por defesas de Edson e incompetência dos atacantes do paysandu.

Chega de tapar o sol com a peneira.

Gente, essa partida contra o Figueirense, time fraco, que vinha de três derrotas, cabisbaixo, você não exercer pressão, não tirar o espaço e espera do meio para baixo, não! Pelo amor de Deus!

O treinador, perdendo de 2 a 1, ainda voltar para o segundo tempo, contra o time que não ameaça quase nada, tanto que só desceu três vezes, continuar em campo com dois volantes sem função!?

Para que Pedra e Guedes sem passar do meio-campo?

Depois saca Nando, em má fase, por Caio Mancha que já se sabia, não mudaria nada. Como tirar Erivélton, jogador de bom passe, de boa movimentação pelos dois lados e colocar Pardal  para jogar embolado com Mancha?

Que salada maluca é essa. O ABC vitou um bando. Quase ganha o jogo porque o adversário é dos piores times dessa Série B.

Depois, acreditem, o jogo empatado, precisando de toda força à frente, ele saca Dalberto, rápido, boa fase, fazendo gols, inclusive hoje, para fazer entrar Zotti, um meia, quase um segundo volante.

Outro segundo volante- Guedes em Pedra em campo – para que? Outro segundo volante numa partida em que o adversário quase não representava perigo nenhum.

Sim , até que rrepresentava às vezes, mas muito m ais por conta dos erros de passe do time do ABC e da falta de entrosamento dos dois zagueiros.

Terceira partida que Geninho se encolhe, se amedronta e faz do ABC um time pequeno, jogando em casa.

O meu medo éque os jogadores do ABC também passem a acreditar que empatar em casa com Figueirense é bom resultado.

 


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Pontos perdidos contra o Figueira são irrecuperáveis

Final do jogo ABC 2 x 2 Figueirense. Primeiros pontos somados pelo fraco time catarinense. Surpreso, vi o time de Natal sem forçar e, ao final, jogadores com semblantes satisfeitos.

Foi o que me pareceu. Cumprimentos, sorrisos, cabeças levantadas, jeito de quem tinha cumprido o dever.

Não quero ser pessimista, mas se os jogadores do ABC e o técnico Geninho acham que obtiveram um bom resultado, não tenho receio de dizer: vamos, de novo, brigar somente para não cair.

Dois pontos perdidos contra esse péssimo time do Figueira, que vinha de três derrotas consecutivas tem o mesmo peso de derrota.

São pontos irrecuperáveis.

Sei bem que o campeonato está nivelado por baixo, mas várias equipes, e o alvinegro de Santa Catarina é um deles, está abaixo deste nivelamento .

O ABC, se quiser alguma coisa com o sonho, tão repetido, se subir para a Série A, contra equipes do nível do Figueira somar quatro pontos em dois jogos é obrigação.

 


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O “Frankenstein” Nielson Nogueira ataca de novo

 FOTO FERNANDO DANTAS/GAZETA PRESS

Uma vergonha essa arbitragem que nos empurra a CBF. Esse Nielson Nogueira, pernambucano, e seus assistentes causaram sentimentos horríveis esta tarde-noite no Frasqueirão.

Todas as vezes que  O “Frankenstein” dirige um jogo em Natal temos prejuízo para o futebol potiguar. No entanto, fica tudo na mesma até ele reaparecer e nos prejudicar de novo.

Os dois gols do Figueirense, ambos no primeiro tempo, saíram de jogadas faltosas, infrações claras que o péssimo árbitro (para não dizer mal intencionado) deixou de marcar.

A primeira foi lá na esquerda de ataque do ABC, acho que sobre Gegê ou Eltinho. O jogador do ABC foi trombado, derrubado, ele mandou seguir o lance.

O segundo, cá embaixo, campo do ABC, meia, caindo para a direita. O ataque Nando foi dominar a bola o jogador do Figueirense veio por cima, falta para cartão, mas ele nem falta deu. Segundo gol.

Depois, uma pouca vergonha de inversões de faltas e mais escandaloso de tudo: o goleiro do Figueirense fazendo “cera”, ganhava por 2 a 1, e ele simplesmente fazia sinal com a mão.

Nem sequer, durante toda a partida, sequer  o advertiu.  No final, deu absurdos quatro minutos de acréscimo, que não chegaram a três.

No entanto, o goleiro Edson, por não realizar fair play, absurdo, mesmo que esteja na regra, foi punido pelo demente do apito.

Árbitro lento, ultrapassado, sempre fora do lance, mal preparado, uma verdadeira aberração mantido no quatro de árbitros da CBF e sempre trabalhando em jogos importantes.

Incrível! Mas no final da partida, ainda teve jogador do ABC saindo lá de seu campo para vir apertar a mão, por certo, parabenizando o “Frank”.

Náutico e Santa Cruz perdendo na rodada, nada mais natural que esse tipo de coisa aconteça. Mas, para dirigentes, deve ser só “teoria de conspiração”.

Até quando?


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Homenagem ao supercraque Marinho Chagas

Nesta quinta-feira 01/06/17, completa três anos do falecimento do ex-atleta Marinho Chagas. Iniciou a carreira no Riachuelo Atlético Clube. Após boas apresentações pelo clube da Marinha, foi transferido para equipe do ABC. Responsável pela transferência, o
saudoso José Prudêncio. A partir daí, surgia um dos melhores laterais do Futebol Brasileiro. Com apenas dezoito anos, conquistou com o ABC o título de Campeão de 1970. Além da equipe alvinegra, defendeu as cores do Náutico(PE), Botafogo(RJ), Seleção Brasileira, Fluminense(RJ), Cosmos (EUA), São Paulo (SP), América.  Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
 
 
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante


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Parabéns ao ex-atleta Didi Duarte

Nesta terça-feira 30/05/17, completa sessenta e seis anos o ex-atleta Didi Duarte. Na década de 80, considerado um dos melhores meiocampistas do futebol do Rio Grande do Norte. No auge da carreira, conquistou com o Alecrim o bicampeonato 85/86, e com América conquistou o tri. 80/81/ 82. Anexo, três fotos do aniversariante. Primeira, entrevista  na Tv Metropolitano. Da esquerda para direita. Jorge de Castro, Jackson, Didi, Ribamar, e Edmo. Segunda foto. Equipe do Alecrim da conquista do bi, 85/86. Última foto. Equipe do América da conquista do bi, 79/80. 
 
 
Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
 
 
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante


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Parabéns ao ex-atleta Zezé

Nesta segunda-feira 29/05/17,  completa setenta e cinco anos o ex-atleta Zezé. O craque, atuou nas equipes do Globo, Santa Cruz, Alecrim, América e ABC. No auge da carreira, conquistou com o Alecrim, o bicampeonato de 63/64/, e o título de Campeão invicto de 1968. Em 1970, conquistou com o ABC, o título de Campeão de 1970. Em anexo, quatro fotos. Primeira, equipe do Alecrim de 63. Da esquerda para direita: em pé, Geléia (técnico), Manuelzinho, Miltinho, Orlando, Miro,Berilo, Hilo e Ferreira(Prep. físico); agachados,Caranguejo, guejo, Zezé, Galdino, Paulo Tubarão, Osiel e Ferreira. Segunda foto. Equipe do ABC de 70.  Terceira foto. Equipe do América de 1971. Da esquerda para direita: em pé, Nino, Claudio, Osmar, Jairo, Anchieta e Pirangi; agachados, Zezé, Zé Ireno, Toia, Valdeque e Burunga. Última foto. Nas comemorações dos 98 anosdo Alecrim. Ribamar Cavalcante e Zezé.

Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante

Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante


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Parabéns ao atleta Sinha

Nesta terça-feira 23/05/17, completa quarenta e um anos o craque Sinha. Iniciou a carreira na cidade de Itajá. Em seguida foi transferido para as categorias de base do América. A partir daí, surgia mais um craque da familia do Sousa. No ano de 1994,
o América participou da Copa Nordeste da categoria Júniores. Competição realizada na cidade de Recife. “SINHA” foi eleito o craque da Copa. Ao retornar a Natal, foi promovido para equipe dos profissionais. Em seguida, foi transferido para  equipe do Rio Branco.
Após boas apresentações, partiu para o México. No auge, atuando pela equipe do Toluca, ganhou a bola de Ouro. Considerado o melhor jogador do Campeonato Mexicano. Na Copa de 2006, foi um dos destaques da Seleção Mexicana. Anexo, fotos do craque. Primeira, no inicio da carreira. Equipe do América, categoria júniores, no Estádio do Santa Cruz (arrudão). Da esquerda para direita: em pé, Beto(roupeiro), Clodoaldo, Pantera, Bernardes, Sandro, Gilson e Ribamar Cavalcante(supervisor); agachados, Sinha, Carioca, Matias, Biro-Biro, Marcos Boiadeiro, Neto Xavier e Spaguete (massagista). Segunda foto. Na época em que atuava no Toluca.
Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante