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Aniversário do ex-atleta Oliveira

Nesta quinta-feira 15/06/17, completa cinquenta e dois anos o ex-atleta Oliveira. Iniciou a carreira na cidade de Macau. Após boas
apresentações na terra das salinas, foi transferido para o Potiguar de Mossoró. A partir daí, surgia para o futebol do RN. Um dos maiores artilheiros do nosso estado. Os gols assinalados para o Potiguar,
chamou atenção dos dirigentes do América e ABC. A equipe alvirrubra ganhou a parada. Na época, o craque passou a ser o destaque do clube da Rodrigues Alves. Além equipe rubra, defendeu as cores do Sampaio Corrêa, Corinthians de Caicó, ABC, Alecrim, 4 de Julho (PI), Ferroviário (CE), Potyguar (CN), Encerrou a carreira
no Macau Esporte Clube. Em anexo, quatro fotos. Na foto sendo
entrevistado pelo ex-atleta Ribamar Cavalcante.
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante


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Aniversário do ex-atleta Gonzaga

Nesta quinta-feira 15/06/17, completa sessenta e seis anos o ex-atleta Gonzaga. Mais um atleta que sugiu para o Futebol na cidade de Mossoró. Nas décadas de 60 e 70, defendeu as cores
do Baraúnas. Anexo, equipe do Baraúnas de 1970.
 
 
Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
 
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante


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Parabéns ao ex-goleiro Índio – Inaldo Rosendo

Nesta quinta-feira 15/06/17, completa sessenta e seis anos o ex-atleta Índio. Iniciou a carreira no Central de Caruaru.
Vale salientar, que o aniversariante antes de ser atleta profissional, vestiu a batina. Além do Central de Caruuaru defendeu as
cores do Alecrim, Baraúnas, Despotiva de Vitória de Santo Antão (PE), Quixadá(CE) e Seleção do Rio Grande do Norte. Além de
ter sido um bom goleiro, excelente caráter. Na  foto,  participando de evento esportivo ao lado da esposa.

Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante

Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante


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Parabéns ao ex-atleta Cabral

Nesta segunda-feira 12/06/17, completa oitenta e um três o ex-zagueiro Cabral. iniciou nas categorias de base do ABC.
Na década de 50 foi um dos destaques da da equipe de aspirantes. Na época, o time era composto com atletas da casa. Hoje, dificilmente, a equipe é escalada com atletas da casa. Vale salientar, que no ano de 1954  o ABC conquistou os títulos de campeão das categorias Infantil, Juvenil, Aspirante e Titular. Infelizmente, a categoria Aspirante foi extinta. Anexo, três fotos do aniversariante. Primeira, equipe de Aspirantes de 1957. Da esquerda para direita: em pé, Argentino, Lavanero, Paca, Zózimo, Erivan e Cabral; agachados, Sabará, Jurandir, Rômulo Lima, Pingo e Zé Pequeno. Segunda foto. Após 40 anos, o reencontro com o craque Tidão. Esquerda para direita. Cabral, Ribamar Cavalcante e Tidão.
 
 
Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
 
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante


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Homenagem ao ex-presidente João Machado

Neste sábado 11/06/17, se estivesse vivo completaria cento e três anos o ex-presidente da Federação Norte-Rio-grandense de Futebol. Prestou grandes serviços ao Futebol do Rio Grande do Norte. Na época, considerado um dos dirigentes de maior credibilidade. Vale salientar, que era prestigiado pela CBD. Respeitado por todos presidentes dos clubes filiados a Federação. Foi uma grande perda para nosso Futebol. Homem de bem, sério, digno e honesto. Anexo, registros fotográficos do saudoso João Claudio de Vasconcelos Machado. Primeira foto. No Estádio Juvenal Lamartine. Ao lado do grande amigo Humberto Nesi.  Segunda foto. Na sala da presidência. Da esquerda para direita: em pé, Roberto Machado, José Augusto; sentados, Bira Rocha, e o saudoso ex-presidente da F.N.F.
 
 
Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante

 


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Atuações: uma partida sem maiores destaques no ABC

Chegou a hora de fazer minha análise, com notas, das atuações dos jogadores do ABC no decepcionante empate diante do Figueirense – 2 a 2.

Edson – não teve culpa nos gols que tomou. E para mim, acreditem, foi o jogador em campo que vi com mais iniciativa de ataque. Quase não foi incomodado no jogo. Nota 6.

Bocão – Bem nos dois tempos, Mais atuante, sempre, no apoio, responsável quase direto pelo segundo gol do ABC. Nota 7,5.

Felipe – Mostrou falhas no entendimento com Cleiton, e nas suas costas saíram jogadas de perigo do Figueira. Marcou um gol de cabeça. Nota 5.

Cleiton – Poderia ter usado mais sua qualidade técnica para sair muito mais, ultrapassar a linha que divide o campo, mas também se encolheu. Na defesa esteve bem. Nota 7.

Eltinho – Boa atuação, com passagens e marcação eficiente. Nota 7.

Pedra – Mostrou garra e determinação na marcação, mas comete erros de passe e não sai da “prisão” de seu campo de ação. Nota 5.

Guedes – Um jogador qualifcado, importante, mas que hoje teve uma atuação muito abaixo do que pode render. Quase não apareceu na frente e não ajudou o time a andar. Nota 5.

Gegê – Muito bem na movimentação, criou várias jogadas de ataque, mas chegou a certa altura da partida que precisava de mais gente passando, mais gente ao seu lado lado e não tinha mais. Nota 7,5.

Erivélton – Fez uma boa partida enquanto esteve em campo, principalmente nas ações pelo lado direito e foi de seus pés o passe do primeiro gol. Saiu de forma equivocada pelo treinador Geninho. Nota 6,5.

Dalberto – Altos e baixo de novo, mas mostrou raça e oportunismo. Também não deveria ter saído do jogo. Nota 6,5.

Nando – sacrificado, a bola não chega e ele está em má fase, chegando atrasado,. Deixando de se fazer presente dentro da área. Nota 5.

Caio Mancha – entrou e nada fez. Sem nota.

Pardal – Entrou e se colocou sempre muito embolado pelo meio. Sem nota.

Zotti – Entrou e fez apenas uma boa jogada, apesar de parte da torcida ter visto muito mais. Sem nota.

 


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ABC joga mal e fica no empate contra o fraco Figueirense

Terminado o jogo ABC 2 x 2 Figueirense, acompanhado do meu escudeiro  Bora Porra, fiquei um bom tempo entre torcedores do ABC, muitos amigos que não via há tempos.

Pois bem, nessa babel que é o pensamento diferente da torcida a gente escuta de tudo. Ouvi dois amigos dizerem que o ABC fez, contra o Figueirense, sua melhor partida.

Fiquei tão surpreso quando li e ouvi a mesma coisa sobre o jogo passado, conta o Paysandu, inclusive com a declaração do treinador  Geninho.

Mas tudo bem. É futebol.

Escrevo e falo o que penso sempre.

O ABC, tenho certeza, hoje enfrentou o seu mais fraco adversário até agora na competição. O Figueira nem sombra foi dos bons times que eles armaram em outros campeonatos.

A começar  pelo treinador Márcio Goiano. Quem lembra de sua passagem pelo ABC sabe do que estou falando.

O goleiro muito fraco, apesar de ter feito uma defesa inacreditável em cabeçada de Pardal; a defesa confusa e lenta; meio-campo marca mal e cria nada.

Um Jorge Henrique, grande nome, ex-grandes clubes, sumidaço em campo. Enfim, sem exagero, um time para ser goleado.

Do outro lado um ABC respeitando demais. Tomou um gol em lance bobo, irregular, mas bobo. Empatou logo e poderia ter embalado o desempate, mas ficou lento de novo.

Incrível que o treinador Geninho não “berrasse” de lá para que os volantes dessem velocidade ao time, para que a defesa deixasse de fazer uma desnecessária “ligação direta”.

Sem falar no abuso de troca de passes, lentos, no campo de defesa. Gente. Um absurdo! E tem quem dissesse que o ABC realizou grande partida.

E olha que Bocão estava aparecendo para jogar, assim como Eltinho. Gegê e Erivélton bem no jogo, Adalberto aceso. Então, como ficar atrás?

Esse time visitante, sem nada de efetivo, de postivo, de qualidade, virou o primeiro tempo vencendo.

No segundo tempo, perdendo, Geninho ainda voltou com o mesmo time. Ou seja, os mesmos dois volantes sem função.

Gosto de Guedes, mas ele estava mal. Gosto de Pedra, mas ele não tem bom passe. Mas Geninho permaneceu com os dois em campo.

O empate sai, gol de Dalberto. Agora vai, penso. Lêdo engano. De novo, pé no freio, toque de lado e o fraco alvinegro visitante até levando perigo em alguns lances.

Só faltava ter levado o terceiro.

Daí começam as invenções de Geninho. Nada diferente, previsível, imutável. Sai Nando entra Caio Mancha. Eu teria feito entrar Pardal e deixaria Dalberto no meio.

Depois, previsível de novo, e sempre, sai Erivélton e entra Pardal. Era hora de entrar Zotti no lugar do Pedra ou do Guedes.

E o terceiro erro. Zotti na vaga de Dalberto. O mesmo atacante que já havia feito um gol e que estava em noite inspirada, apesar de cometer muitos erros infantis de passe.

Daí para o final,  uma chance clara com Pardal, de cabeça, e só. Se alguém viu mais alguma coisa de futuro, eu fiquei cego.

Final de partida. Todos felizes, me pareceu. Inclusive o árbitro que deu quatro minutos de acréscimos que não creio que tenham chegado a três.

Um péssimo resultado para o ABC que terminou a rodada na 9ª posição, deixando de, com a vitória que não veio, ficar bem perto do G4.

O mais complicado é que o alvinegro agora vai ter dois jogos fora de Natal – contra o líder Juventude e Goiás.