No Ataque


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Atuações: uma partida sem maiores destaques no ABC

Chegou a hora de fazer minha análise, com notas, das atuações dos jogadores do ABC no decepcionante empate diante do Figueirense – 2 a 2.

Edson – não teve culpa nos gols que tomou. E para mim, acreditem, foi o jogador em campo que vi com mais iniciativa de ataque. Quase não foi incomodado no jogo. Nota 6.

Bocão – Bem nos dois tempos, Mais atuante, sempre, no apoio, responsável quase direto pelo segundo gol do ABC. Nota 7,5.

Felipe – Mostrou falhas no entendimento com Cleiton, e nas suas costas saíram jogadas de perigo do Figueira. Marcou um gol de cabeça. Nota 5.

Cleiton – Poderia ter usado mais sua qualidade técnica para sair muito mais, ultrapassar a linha que divide o campo, mas também se encolheu. Na defesa esteve bem. Nota 7.

Eltinho – Boa atuação, com passagens e marcação eficiente. Nota 7.

Pedra – Mostrou garra e determinação na marcação, mas comete erros de passe e não sai da “prisão” de seu campo de ação. Nota 5.

Guedes – Um jogador qualifcado, importante, mas que hoje teve uma atuação muito abaixo do que pode render. Quase não apareceu na frente e não ajudou o time a andar. Nota 5.

Gegê – Muito bem na movimentação, criou várias jogadas de ataque, mas chegou a certa altura da partida que precisava de mais gente passando, mais gente ao seu lado lado e não tinha mais. Nota 7,5.

Erivélton – Fez uma boa partida enquanto esteve em campo, principalmente nas ações pelo lado direito e foi de seus pés o passe do primeiro gol. Saiu de forma equivocada pelo treinador Geninho. Nota 6,5.

Dalberto – Altos e baixo de novo, mas mostrou raça e oportunismo. Também não deveria ter saído do jogo. Nota 6,5.

Nando – sacrificado, a bola não chega e ele está em má fase, chegando atrasado,. Deixando de se fazer presente dentro da área. Nota 5.

Caio Mancha – entrou e nada fez. Sem nota.

Pardal – Entrou e se colocou sempre muito embolado pelo meio. Sem nota.

Zotti – Entrou e fez apenas uma boa jogada, apesar de parte da torcida ter visto muito mais. Sem nota.

 

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ABC joga mal e fica no empate contra o fraco Figueirense

Terminado o jogo ABC 2 x 2 Figueirense, acompanhado do meu escudeiro  Bora Porra, fiquei um bom tempo entre torcedores do ABC, muitos amigos que não via há tempos.

Pois bem, nessa babel que é o pensamento diferente da torcida a gente escuta de tudo. Ouvi dois amigos dizerem que o ABC fez, contra o Figueirense, sua melhor partida.

Fiquei tão surpreso quando li e ouvi a mesma coisa sobre o jogo passado, conta o Paysandu, inclusive com a declaração do treinador  Geninho.

Mas tudo bem. É futebol.

Escrevo e falo o que penso sempre.

O ABC, tenho certeza, hoje enfrentou o seu mais fraco adversário até agora na competição. O Figueira nem sombra foi dos bons times que eles armaram em outros campeonatos.

A começar  pelo treinador Márcio Goiano. Quem lembra de sua passagem pelo ABC sabe do que estou falando.

O goleiro muito fraco, apesar de ter feito uma defesa inacreditável em cabeçada de Pardal; a defesa confusa e lenta; meio-campo marca mal e cria nada.

Um Jorge Henrique, grande nome, ex-grandes clubes, sumidaço em campo. Enfim, sem exagero, um time para ser goleado.

Do outro lado um ABC respeitando demais. Tomou um gol em lance bobo, irregular, mas bobo. Empatou logo e poderia ter embalado o desempate, mas ficou lento de novo.

Incrível que o treinador Geninho não “berrasse” de lá para que os volantes dessem velocidade ao time, para que a defesa deixasse de fazer uma desnecessária “ligação direta”.

Sem falar no abuso de troca de passes, lentos, no campo de defesa. Gente. Um absurdo! E tem quem dissesse que o ABC realizou grande partida.

E olha que Bocão estava aparecendo para jogar, assim como Eltinho. Gegê e Erivélton bem no jogo, Adalberto aceso. Então, como ficar atrás?

Esse time visitante, sem nada de efetivo, de postivo, de qualidade, virou o primeiro tempo vencendo.

No segundo tempo, perdendo, Geninho ainda voltou com o mesmo time. Ou seja, os mesmos dois volantes sem função.

Gosto de Guedes, mas ele estava mal. Gosto de Pedra, mas ele não tem bom passe. Mas Geninho permaneceu com os dois em campo.

O empate sai, gol de Dalberto. Agora vai, penso. Lêdo engano. De novo, pé no freio, toque de lado e o fraco alvinegro visitante até levando perigo em alguns lances.

Só faltava ter levado o terceiro.

Daí começam as invenções de Geninho. Nada diferente, previsível, imutável. Sai Nando entra Caio Mancha. Eu teria feito entrar Pardal e deixaria Dalberto no meio.

Depois, previsível de novo, e sempre, sai Erivélton e entra Pardal. Era hora de entrar Zotti no lugar do Pedra ou do Guedes.

E o terceiro erro. Zotti na vaga de Dalberto. O mesmo atacante que já havia feito um gol e que estava em noite inspirada, apesar de cometer muitos erros infantis de passe.

Daí para o final,  uma chance clara com Pardal, de cabeça, e só. Se alguém viu mais alguma coisa de futuro, eu fiquei cego.

Final de partida. Todos felizes, me pareceu. Inclusive o árbitro que deu quatro minutos de acréscimos que não creio que tenham chegado a três.

Um péssimo resultado para o ABC que terminou a rodada na 9ª posição, deixando de, com a vitória que não veio, ficar bem perto do G4.

O mais complicado é que o alvinegro agora vai ter dois jogos fora de Natal – contra o líder Juventude e Goiás.

 


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Geninho comete os mesmos erros em três jogos seguidos

Gente, não dá para ficar falando que Geninho é o “mago”, que o time do ABC é fraco e que se não fosse ele,  coisa e tal, e tal e coisa…não, chega!

Tem dois jogos, talvez três, que o experiente treinador faz besteiras, monta o time errado e mexe errado nas três  substituições.

Exagero? É o que penso.

Foi assim contra o Santa Cruz. O time quase foi goleado. Repetiu a dose contra o Paysandu. Ganhou por um milagre e por defesas de Edson e incompetência dos atacantes do paysandu.

Chega de tapar o sol com a peneira.

Gente, essa partida contra o Figueirense, time fraco, que vinha de três derrotas, cabisbaixo, você não exercer pressão, não tirar o espaço e espera do meio para baixo, não! Pelo amor de Deus!

O treinador, perdendo de 2 a 1, ainda voltar para o segundo tempo, contra o time que não ameaça quase nada, tanto que só desceu três vezes, continuar em campo com dois volantes sem função!?

Para que Pedra e Guedes sem passar do meio-campo?

Depois saca Nando, em má fase, por Caio Mancha que já se sabia, não mudaria nada. Como tirar Erivélton, jogador de bom passe, de boa movimentação pelos dois lados e colocar Pardal  para jogar embolado com Mancha?

Que salada maluca é essa. O ABC vitou um bando. Quase ganha o jogo porque o adversário é dos piores times dessa Série B.

Depois, acreditem, o jogo empatado, precisando de toda força à frente, ele saca Dalberto, rápido, boa fase, fazendo gols, inclusive hoje, para fazer entrar Zotti, um meia, quase um segundo volante.

Outro segundo volante- Guedes em Pedra em campo – para que? Outro segundo volante numa partida em que o adversário quase não representava perigo nenhum.

Sim , até que rrepresentava às vezes, mas muito m ais por conta dos erros de passe do time do ABC e da falta de entrosamento dos dois zagueiros.

Terceira partida que Geninho se encolhe, se amedronta e faz do ABC um time pequeno, jogando em casa.

O meu medo éque os jogadores do ABC também passem a acreditar que empatar em casa com Figueirense é bom resultado.

 


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Pontos perdidos contra o Figueira são irrecuperáveis

Final do jogo ABC 2 x 2 Figueirense. Primeiros pontos somados pelo fraco time catarinense. Surpreso, vi o time de Natal sem forçar e, ao final, jogadores com semblantes satisfeitos.

Foi o que me pareceu. Cumprimentos, sorrisos, cabeças levantadas, jeito de quem tinha cumprido o dever.

Não quero ser pessimista, mas se os jogadores do ABC e o técnico Geninho acham que obtiveram um bom resultado, não tenho receio de dizer: vamos, de novo, brigar somente para não cair.

Dois pontos perdidos contra esse péssimo time do Figueira, que vinha de três derrotas consecutivas tem o mesmo peso de derrota.

São pontos irrecuperáveis.

Sei bem que o campeonato está nivelado por baixo, mas várias equipes, e o alvinegro de Santa Catarina é um deles, está abaixo deste nivelamento .

O ABC, se quiser alguma coisa com o sonho, tão repetido, se subir para a Série A, contra equipes do nível do Figueira somar quatro pontos em dois jogos é obrigação.

 


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O “Frankenstein” Nielson Nogueira ataca de novo

 FOTO FERNANDO DANTAS/GAZETA PRESS

Uma vergonha essa arbitragem que nos empurra a CBF. Esse Nielson Nogueira, pernambucano, e seus assistentes causaram sentimentos horríveis esta tarde-noite no Frasqueirão.

Todas as vezes que  O “Frankenstein” dirige um jogo em Natal temos prejuízo para o futebol potiguar. No entanto, fica tudo na mesma até ele reaparecer e nos prejudicar de novo.

Os dois gols do Figueirense, ambos no primeiro tempo, saíram de jogadas faltosas, infrações claras que o péssimo árbitro (para não dizer mal intencionado) deixou de marcar.

A primeira foi lá na esquerda de ataque do ABC, acho que sobre Gegê ou Eltinho. O jogador do ABC foi trombado, derrubado, ele mandou seguir o lance.

O segundo, cá embaixo, campo do ABC, meia, caindo para a direita. O ataque Nando foi dominar a bola o jogador do Figueirense veio por cima, falta para cartão, mas ele nem falta deu. Segundo gol.

Depois, uma pouca vergonha de inversões de faltas e mais escandaloso de tudo: o goleiro do Figueirense fazendo “cera”, ganhava por 2 a 1, e ele simplesmente fazia sinal com a mão.

Nem sequer, durante toda a partida, sequer  o advertiu.  No final, deu absurdos quatro minutos de acréscimo, que não chegaram a três.

No entanto, o goleiro Edson, por não realizar fair play, absurdo, mesmo que esteja na regra, foi punido pelo demente do apito.

Árbitro lento, ultrapassado, sempre fora do lance, mal preparado, uma verdadeira aberração mantido no quatro de árbitros da CBF e sempre trabalhando em jogos importantes.

Incrível! Mas no final da partida, ainda teve jogador do ABC saindo lá de seu campo para vir apertar a mão, por certo, parabenizando o “Frank”.

Náutico e Santa Cruz perdendo na rodada, nada mais natural que esse tipo de coisa aconteça. Mas, para dirigentes, deve ser só “teoria de conspiração”.

Até quando?


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Homenagem ao supercraque Marinho Chagas

Nesta quinta-feira 01/06/17, completa três anos do falecimento do ex-atleta Marinho Chagas. Iniciou a carreira no Riachuelo Atlético Clube. Após boas apresentações pelo clube da Marinha, foi transferido para equipe do ABC. Responsável pela transferência, o
saudoso José Prudêncio. A partir daí, surgia um dos melhores laterais do Futebol Brasileiro. Com apenas dezoito anos, conquistou com o ABC o título de Campeão de 1970. Além da equipe alvinegra, defendeu as cores do Náutico(PE), Botafogo(RJ), Seleção Brasileira, Fluminense(RJ), Cosmos (EUA), São Paulo (SP), América.  Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
 
 
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante