No Ataque

ABC joga mal e fica no empate contra o fraco Figueirense

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Terminado o jogo ABC 2 x 2 Figueirense, acompanhado do meu escudeiro  Bora Porra, fiquei um bom tempo entre torcedores do ABC, muitos amigos que não via há tempos.

Pois bem, nessa babel que é o pensamento diferente da torcida a gente escuta de tudo. Ouvi dois amigos dizerem que o ABC fez, contra o Figueirense, sua melhor partida.

Fiquei tão surpreso quando li e ouvi a mesma coisa sobre o jogo passado, conta o Paysandu, inclusive com a declaração do treinador  Geninho.

Mas tudo bem. É futebol.

Escrevo e falo o que penso sempre.

O ABC, tenho certeza, hoje enfrentou o seu mais fraco adversário até agora na competição. O Figueira nem sombra foi dos bons times que eles armaram em outros campeonatos.

A começar  pelo treinador Márcio Goiano. Quem lembra de sua passagem pelo ABC sabe do que estou falando.

O goleiro muito fraco, apesar de ter feito uma defesa inacreditável em cabeçada de Pardal; a defesa confusa e lenta; meio-campo marca mal e cria nada.

Um Jorge Henrique, grande nome, ex-grandes clubes, sumidaço em campo. Enfim, sem exagero, um time para ser goleado.

Do outro lado um ABC respeitando demais. Tomou um gol em lance bobo, irregular, mas bobo. Empatou logo e poderia ter embalado o desempate, mas ficou lento de novo.

Incrível que o treinador Geninho não “berrasse” de lá para que os volantes dessem velocidade ao time, para que a defesa deixasse de fazer uma desnecessária “ligação direta”.

Sem falar no abuso de troca de passes, lentos, no campo de defesa. Gente. Um absurdo! E tem quem dissesse que o ABC realizou grande partida.

E olha que Bocão estava aparecendo para jogar, assim como Eltinho. Gegê e Erivélton bem no jogo, Adalberto aceso. Então, como ficar atrás?

Esse time visitante, sem nada de efetivo, de postivo, de qualidade, virou o primeiro tempo vencendo.

No segundo tempo, perdendo, Geninho ainda voltou com o mesmo time. Ou seja, os mesmos dois volantes sem função.

Gosto de Guedes, mas ele estava mal. Gosto de Pedra, mas ele não tem bom passe. Mas Geninho permaneceu com os dois em campo.

O empate sai, gol de Dalberto. Agora vai, penso. Lêdo engano. De novo, pé no freio, toque de lado e o fraco alvinegro visitante até levando perigo em alguns lances.

Só faltava ter levado o terceiro.

Daí começam as invenções de Geninho. Nada diferente, previsível, imutável. Sai Nando entra Caio Mancha. Eu teria feito entrar Pardal e deixaria Dalberto no meio.

Depois, previsível de novo, e sempre, sai Erivélton e entra Pardal. Era hora de entrar Zotti no lugar do Pedra ou do Guedes.

E o terceiro erro. Zotti na vaga de Dalberto. O mesmo atacante que já havia feito um gol e que estava em noite inspirada, apesar de cometer muitos erros infantis de passe.

Daí para o final,  uma chance clara com Pardal, de cabeça, e só. Se alguém viu mais alguma coisa de futuro, eu fiquei cego.

Final de partida. Todos felizes, me pareceu. Inclusive o árbitro que deu quatro minutos de acréscimos que não creio que tenham chegado a três.

Um péssimo resultado para o ABC que terminou a rodada na 9ª posição, deixando de, com a vitória que não veio, ficar bem perto do G4.

O mais complicado é que o alvinegro agora vai ter dois jogos fora de Natal – contra o líder Juventude e Goiás.

 

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