No Ataque


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Mano erra por atacado, mas o Brasil vence o Superclássico das América

Quando falo que o problema do Brasil é treinador, acho até que me torno charo e repetitivo.

Mas isso ficou, de novo, evidente no superclássicos das América, vencido pelo Brasil.

Mano Menezes convoca Lucas e os dois alas esquerdas – Fabio Santos e Carlinhos.

O Brasil vai para o jogo, claro, sem nenhuma jogada pelas alas.

Os zagueiros Leonardo Silva e Réver jogaram juntos o anos inteiro, mas ele prefere escalar dois zagueiros que atuam pelo lado esquerdo, e que nunca jogaram junto.

Depois, com o Brasil empatando, o que lhe daria o título, ele tira Arouca, um dos melhores em campo no quesito desarme e segurar bola, para abrir um atacante do lado direito.

O Brasil, evidente, ficou mais vulnerável e tomou um gol de contra-ataque, quando o normal seria o Brasil fazer um gol de contra-ataque.

Eesse é Mano Menezes, treinador do Brasil.

Mas, como quase todos que passaram pela seleção, se valendo do talento de alguns, ganhou o jogo.

Precisou dos pênaltis para vencer o péssimo time da Argentina.

Uma seleção argentina com Guiñazu no meio-campo.

Eita, treineiros do meu Brasil!


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Boa e ABC jogaram com “o regulamento debaixo do braço”

Diante de tudo que se houve e vê no futebol do Brasil, não vai faltar quem diga que Boa e ABC fizeram um “jogo de compadres”.

Eu, sinceramente, não acho.

Acredito que os dois entraram mesmo para não correr riscos. E posso até dizer que o Boa, bem mais que o ABC, saiu em busca da vitória.

Então? Natural. Era o time mineiro que jogava em casa.

Por isso, não tenho, sinceramente, o que analisar.

O ABC, confirmando o que eu previa antes, o esquema de Givanildo, pode até ser que ele nem tenho ecalado assim, mas foi o 4-3-1-2.

4-3-1-2 que acabava mutando para 4-6-0 ou 4-5-1. Muitas vezes, apenas o Pardal se colocava na frente.

O ABC não queria sair de Varginha sem a garantia da permanência da Série B. E acabou sendo ajudado pelo Boa que, evidente, também não queriam correr riscos.

E saindo jogo pergunto: por qual motivo Boa e ABC não queriam correr riscos? Simples, rspondo na “bucha”: vejam os jogos de Ceará x Bragantino, Ipatinga x Boa.

Vejam o jogo da semana vindouro, principalmente Baruei x Guaratinguetá.

Vejam os últimos quatro anos, em que essa equipe do Bragantino, sempre formando equipes abaixo da media, consegue, sabe-se lá como, se garantir na Série B.

E pelo jeito, mais uma vez, fica.
Os Chedid continuam dando demonstração de muita força.


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Portal de futebol do interior paulista acusa ABC e Boa de “marmelada”

Portal de esportes do interior de São Paulo volta a fazer acusações contra as equipes do Boa e ABC.

Em manchete, o portal acusa as duas equipes de “marmelada” por conta do empate na partida de hoje.

Acho que o departamento jurídico do ABC, e do Boa, têm a obrigação de tomar uma atitude.

Que o portal prove a afirmação.

Veja a manchete:

Boa Esporte 0 x 0 ABC – Uma das maiores marmeladas da Série B!
Times ficam no empate e garantem a permanência em 2013


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Roberto Fernandes se irrita com empate e “pede férias”

Apesar do sorriso, o técnico Roberto Fernandes ficou muito, mas muito irritado com o empate do América.

Eu não vi a jogo, estava trabalhando no do ABC, mas ouvi a entrevista.

Ele chegou a dizer que foi “horrível”, depois amenizou, mas mostrou toda sua chateação.

Pelo que ele falou, nota- se que ficou profundamente contrariado com os jogadores.

Chegou a dizer que agora “era ele que ia pedir férias”.

E disse mais coisas, inclusive que nessa altura da competição, os atletas, sem almejar mais nada, “perderam o foco.”

“O que mais se fala nos vestiários é preço de passagem”, afirmou também na entrevista.

E ainda teceu algumas críticas sobre “cabeça de jogador”.

E, logicamente, mostrou-se ansioso para ver o fim da competição.

Sobre o clássico se esquivou de falar, informando que decisões serão tomadas após reunião marcada para segunda-feira.

Sem mais pretensões, e como ABC não corre mais riscos de cair, provável que o rubro jogue com um time misto.

É só minha opinião.

O último fator motivador, acho, infelizmente, seria o rebaixamento do ABC.

Vamos esperar e ver.


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Até um dia desses Serapião era vice na CONAF; ABC e CRB que se cuidem

O roubo de Serapião foi notícia no jornal, mas o rapaz bom do apito, denunciado anos depois, até dias desses era vice de arbitragem da Comissão Nacional

Vejam porquê nós devemos temer armações nessa reta final de campeonato.

Todo mundo lembra do que fez ao ABC, em 1991, no Curuzu, o árbitro Manoel Serapião?

Dia desses, neste blog, o colabiorador e amigo Ribamar Cavalcante relembrou o fato e mostrou uma foto do jornal, da época.

Hoje, lendo sobre arbitragens, me deparo com a nota, também publicada aqui no blog, do dia em que Serapião esteve em Natal.

Ele foi recepcionado por nossos representantes, palestrou, mas ninguém, ninguém tocou no assunto “Curuzu”.

E um ex-dirigent do Paysandu denunciou, anos depois, o esquema que envolvia Serapião.

O mesmo árbitro, até dia desses, era vice-presidente da Comissão Nacional de Arbitragens de Futebol.

Ele era o vice de Sérgio Correia, que acabou demitido por “Zé das Medalhas”.

E mais: não sei se continua, mas além de vice da Conaf, ele era comentarista da Tevê Bahia, afilidada da Globo, do grupo de ACM, era Auditor da 1ª Comissão Disciplinar do TJD/BA, Membro da Comissão Estadual da CA/CBF, instrutor de arbitragem da FBF/CBF.

Tudo isso! Acreditam?

Dá para confiar na arbitragem brasileira? ABC e CRB que se cuidem.


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Basílio deve mesmo ser titular contra o Boa

O ABC em Minas, e a quase confirmação de que Basílio vai mesmo para o jogo.

Elielton foi vetado pelo DM.

Com a dúvida, divuglada, era que Givanildo estava entre um e outro, suponho que o ídolo da torcida vá para o jogo.

Para quem ainda não viu o noticiário trazido por Jackson Capixaba, na Resenha 96 FM, então lá vai: Andrey, Ivan, Flávio Boaventura, Vinícius e Renatinho; Basílio, Guto, Raul e Cascata; Éderson e Pardal.


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Alex Padang tem o direito de cobrar um pouco mais da torcida do América

Vi no blog do colega Marcos Lopes a repercussão da matéria que Alex Padang concedeu à Tribuna do Norte.

Ele disse: ”É uma nota 10 e se tivesse subido para a Série A seria 11. Porque pagar o que a gente pegou, pegar o clube do jeito que pegou, ser campeão feminino, estadual, sub-20, duas destas no estádio do rival ABC, passar 14 rodadas brigando contra clubes que tem até 30 vezes mais da verba de TV, a 11 rodadas que não cai mais, saneado. Mas estou preocupado com a folha de novembro e dezembro”.

Eu não daria dez, mas certamente concordo que o time teve uma temporada brilhante.

E também acho que ele tem o direito de cobrar um pouco mais de sua torcida.

Afinal, quando o time vai mal sempre sobra para os dirigentes.

E no caso do Alex a cobrança, tenho certeza, ainda seria bem maior.

Fazer a campanha que o América fez no Brasileiro com essa cota de patrocínio ridícula, ridícula, é realmente algo a ser muito comemorado.


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Um feriado com falta ao trabalho e uma pelada como nos velhos bons tempos

Às vezes, faço do meu blog uma espécie de Diário, “Meu querido Diário” e saio contando as coisas.

Fatos do dia a dia, que me acontecem. Acho que alguns poucos amigos queridos gostam de ler, de saber.

Hoje, quinta-feira, feriado, não sei o que danado se passou, mas acordei já passava, muito, das duas horas da tarde.

Perdi minha caminhada e, muito mais importante, faltei à Resenha 96.

Peço desculpas aos companheiros. Não apareci e, dormindo, minha esposa pensando que não tinha, nem avisei a Nelson, a Chico e Jackson, já que Marcos está viajando.

Foi mal demais. Sinceramente, não sei o que se deu. Fui dormir mais de três da madruga, depois de postar coisas no tuiter, no face e no blog.

Mas isso faço todo dia. Realmente, foi estranho. Mas, acontece.

Depois que acordei, fiquei por ali depois que almocei, pois quanto mais você dorme mais preguiçoso fica, dormi de novo.

Mas foi só um cochilo depois de ler o restinho de um seriado de Perry Rhodan, ficção científica.

Acordei, e aceitando sugestão de Evânia, minha esposa, fui para a praia recuperar o tempo perdido.

Fui dar a caminhada que não dei pela manhã. Fomos eu, ela, João Vitor (Meu Galego) e Gabriel, amigo dele.

Fiquei na estátua de Iemanjá, de onde sempre inicio minha caminhada e eles seguiram para praia de Mãe Luiza, lá no Relógio do Sol, onde combinamos nos encontar depois.

Parti do ponto trotando.

Menino! A praia no final de tarde do feriado, uma grandeza, ‘naquela base… ‘

Papudinhos pelas calçadas, casais se beijando escandalosamente,  bancas, vendedores ambulantes, muitos, um verdadeiro mercado persa com o agravante de muito lixo.

Rapazes,senhoras, idosos e idosas. mulheres com meninos no colo, mocinhas, gente gritando, dizendo palavrões e se atropelando na carreira desabalada em busca do ônibus.

Uma barulheira infernal. Sons, sons de carro misturados à fofoca de um local onde se dançava e bebia,  e onde bêbados eram empurrados para fora sob ameaças dos donos dos estabelecimentos.

Carros, muitos, indo e vindo, motos ziguezagueando, uma enxurrada delas, um trânsito impossível de ser controlado e acreditem, gente até no meio da rua.

E eu no meu trote, driblando um e outro, evitando os aglomerados.

Tentava arrancar o ar puro da praia que não tinha, estava em falta naquele horário de pico.

Respirava fumaça de cigarro misturada à fumaça que saía das grelhas dos churrasquinhos e dos fogões que fritavam peixes para os bahistas das barracas.

Passei no meio de tudo isso, aqui e acolá respondendo a um cumprimento de algum torcedor que me reconhecia.

Cansado, respirando com dificuldade, pois apertei o passo para fugir das calçdas super ocupadas, cheguei à praia de Mãe Luiza.

Evânia se admirou: “veio de carona”? Perguntou. Eu realmente fui rápido.

“Meu Galego”  e Gabriel já estavam batendo pelada. Fizeram amizade com uns rapazes e jogavam no pedacinho de espaço ainda não invadido pelas ondas da maré já um pouco alta.

Olhei e, mentalmente, isso é mania de doido, comecei a dar instruções: “toca de primeira”, “levanta a bola, levanta a bola (para poder tirá-la da água)”,  “faz o passe, faz o passe” e por aí vai. orientação, claro, para os meus pupilos.

A meu lado, Evânia me mandava jogar. Eu, com vontade, mas achando que não tinha espaço.

Mas, enfim, fui. E entrei na pelada. E formei o time que eu queria com João Vitor (“Meu Galego”) e Gabriel.

Foi bom demais. Fazia tempo que eu não sabia o que era ver um adversário cair diante de um drible meu. Acreditem, aconteceu.

Minha última pelada tinha sido na areia do rio de São Tomé (com meu filho, meu irmão Doca, sobrinhos e afilhado), mas lá o areial não deixava a gente fazer quase nada de bom com a bola.

Na pelada da praia, posso dizer que relembrei meus velhos bons tempos. Fintava, parava, voltava, dei o “drible da vaca” (o original de Eduardo Amorim) e fiz várias firulas, claro, enquanto o gás deu.

Ganhamos de 4 a 1, gols de jogadas e tabelas com “Meu Galego” e Gabriel. Fiz até um gol. Comeceio a jogada e concluí.

Os caras, não me conheciam (acho), e devem ter ficado surpreendidos ao ver um “veinho acabadinho” fazer graça na pelada.

Terminei, nem preciso dizer, todo quebrado. Não de pancada, os caras jogavam super limpo, mas de cansaço mesmo.

Pense num  feriado bom, quer dizer,  a tarde foi muito boa.

Depois, casa, e jantamos pizza com refrigerante para comemorar.

Faltou Filipinho, meu jogadorzinho, que ontem, durante o jogo do Brasil,  me ligou para falar do gol de Neymar.


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Esse cara aí do meu lado é Odilon de Almeida Júnior

Odilon, do meu lado, sorrindo, na foto do ano de 1985, tirada na Sede Campestre do Alecrim

Esse cara aí do meu lado Odilon de Almeida Júnior.

O maior craque com quem tive a honra de jogar em minha carreira profissional.

Essa foto aí do lado foi tirada, nem sei por quem, em 1985, ano do título do Verdão, depois do jejum de 16 anos, na Sede Campestre, em Macaíba que, aos domingos, ficava lotada..

Odilon era um meia de perna direita, de um chute potente no seu pzinho de chuteira número 36.

Suas arrancadas eram imarcáveis. Zagueiro nenhum o segurava, a não ser na porrada.

Driblava como ninguém. Batia faltas e pênaltis com perfeição.

Do mesmo modo sabia tabelar e fazer lançamentos curtos e longos, precisos.

Não dava uma palavra durante uma partida. De quando em vez combinava alguma jogadas, dava um conselho, a voz baixinha.

Um líder natural que nem precisava falar.

Tive muito, mas muito orgulho mesmo de jogar ao lado desse cara por mais de cinco anos no Alecrim e tive com ele uma passagem rápida no Treze de Campina Grande.

Hoje, Odilon reside em Mossoró, com sua esposa Ivanira, querida amiga, e seus dois filhos, um casal, de quem tem muito orgulho.

Saudades do Baixinho bom de bola.


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O que falta mesmo à seleção brasileira é um treinador…

Tenho criticando o futebol brasileiro, tenho sim, mas sempre faço as ressalvas que acredito.

Sempre reafirmo que temos muito mais uma crise de treinadores, pois ainda teimo, garanto que não nos faltam bons jogadores.

Craques, esse produto raro, está em falta no mundo todo. Basta ver o alarde que fazem desse Falcão Garcia, e ele não amarra a chuteira do pé esquerdo de Romário, por exemplo.

A nossa crise, vendo esse jogo contra a Colômbia, empate de 1 a 1, me convenço cada vez mais, é de treinadores, me acreditem.

O Mano Menezes escalou contra uma Colômbia que tem como principal arma sua velocidade e jogada pelo lado direito, um quarto zagueiro deslocado, deslocado e lento. O Leandro Castan.

Absurdo isso.

Contra um time que tem uma saída de bola rápida, um bom toque de bola, mas uma defesa pesada, ele joga sem centroavante.

E deixa em campo o Thiago Neves, fora de sua melhor forma, aliás, distante de sua melhor forma, dando passes errados e sendo um a menos na marcação.

Quer dizer: não é para o Thiago marcar, mas basta que ele feche os espaços, mas nem isso.

O Brasil jogou bem. Jogou sim. Pela primeira vez, sou sincero em dizer, vi esse David Luiz jogar a bola que dizem dele, reconheço.

Formou uma dupla da pesada com o Thiago Silva. Mas os dois têm que jogar sempre assim, como hoje.

Os dois alas, do esquerdo manco já falei, o direito, Daniel Alves, nunca seria meu escolhido, é apressado demais e erra muitos passes.

Os volantes Paulinho e Ramires, melhor, bem melhor que colocar Sandro brucutu, bem melhor mesmo, mas o Paulinho podia errar menos passes, ter menos pressa de chegar na frente.

Não é toda hora que você pode sair em desabalada carreira à procura do gol adversário.

O restante do meio-campo, como me encantei, e já dei a mão à palmatória, acho que Ronaldinho Gaúcho pode ser bem mais útil que Kaká; se quiser mesmo jogar, bem entendido.

Esse menino Oscar, do Chelsea, amarela, aliás, como o próprio Kaká. Meu meia é Paulo Henrique Ganso que, parece, também amarela, mas é craque e eu daria muitas outras chances.

Na frente, Neymar como quem? Eis a questão.

Com Fred? Não. Com Luís Fabiano? Não. Com Hulk? Não. Com Leandro Damião? Talvez.

Ainda falta um atacante de verdade para o futebol brasileiro.

Mas o que falta mesmo para o futebol brasileiro são treinadores que façam as equipes jogarem para vencer.

Falta à seleção brasileira, principalmente, um substituto para Mano Menezes, que acho um treinador medíocre.

Acho isso desde que o vi se acovardar diante do Boca Juniores numa decisão de Libertadores dentro do Olímpico.

Eu, nesse ponto, talvez só nesse ponto, concordo com Romário.

Para encerrar, como gosto de fazer sempre quando falo de seleção. Meu time ideal: Diego Cavalieri , Jean, David Luiz, Thiago Silva e Cortêz; Fernando, Paulinho, Ronaldinho Gaúcho e Paulo Henrique Ganso; Leandro Damião e Neymar.