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Saudades do ex-atleta Gaspar

gaspar1_09gaspar2_09gaspar3_09Nesta sexta-feira 06/03/15/, se estivesse vivo completaria setenta e cinco anos o ex-atleta Gaspar. Na década de 60 foi considerado um dos melhores zagueiros do ABC. No auge, conquistou com o time alvinegro os títulos de Campeão de 1962 e 1965. Além do ABC, defendeu as cores do Alecrim, América e Seleção do RN. Em anexo, fotos do saudoso craque. Equipe de 63. Da esquerda para direita: em pé, Gaspar, Erivan, Otávio, Djalma, Cileno e Danilo;   agachados, Rômulo Dias, Rômulo Lima, Cocó, Jorginho e Amâncio. Segunda foto, Seleção do RN de 1962. Da esquerda para direita: em pé, Gaspar, Ribamar, Piaba, Clodoaldo, Berilo e Jácio; agachados, Cocó, Saquinho, Zé Maria, Jorginho e Ferreira. 
 
 
Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
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forcinha1_09abc4_09ribar1_09Nesta quinta-feira 05/03/15/, completa sessenta e sete anos o ex-atleta Erivan II. Iniciou a carreira no Palmeiras da Av. 16.
Após boas apresentações foi descoberto pelo sauddoso dirigente do Força e Luz, Pedro Ferreira(Pierre). Erivan, era um dos destaques da equipe da Companhia Elétrica que tinha no comando técnico, o competente José Djalma (Tenente). Em seguida, foi transferido para equipe do ABC. Em anexo, três fotos do baixinho bom de bola. Primeira, equipe do Força e Luz. Da esquerda para direita: em pé, Paulo (diretor), Tiago (presidente), Jairo, Zoca, Diel, Vicente, Ranilson Cristino, Ribamar Cavalcante e Tenente (técnico); agachados, Xexéu, Bomba, Buru, Erivan II e Branco. Segunda foto, equipe do ABC. Da esquerda para direita: em pé, Aurilio, Nazareno, Preta, Assis, Manoel, Josemar, Erivan, Correia e Anchieta; agachados, Zé Maria, Maia, Josenildo, Erivan II, Gilson Lira, Ribamar Cavalcante e Alberi. Última foto. Na concentração em Morro Branco. Erivan II  e Ribamar Cavalcante.
 
 
Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
 
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante


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Homenageados em vida pelo Riachuelo

marinho_09O saudoso Marinho Chagas iniciou a carreira no Riachuelo A. Clube. Em vida, foi homenageado pelo clube da Marinha. Em anexo, foto dos ex-atletas da equipe do saudoso tenente Castro. Marinho Chagas e Ribamar Cavalcante.  
 
 
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante


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Aniversário do ex-atleta Natan

natan1_09Nesta terça-feira-feira 03/03/15/, completa sessenta e um anos o ex-ponta direita Natan. Iniciou a carreira na equipe do Bonsucesso
do bairro das quintas. Em seguida foi transferido para o time alviverde. Após boas apresentações pelas categorias de base, foi promovido para equipe dos profissionais. Além do Alecrim, atuou nas equipes do Ferroviário e Clube Atlético Potiguar. Foi atleta exemplar. Preocupado com o futuro, encerrou a carreira cedo para se dedicar exclusivamente aos estudos. Em anexo, duas fotos. Primeira, na época em que atuava no “VERDÃO”. Segunda foto. Sendo entrevistado pelo ex-atleta Ribamar Cavalcante.
 
Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
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Ribamar Cavalcante


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Saudades do pesquisador Newton Alves

newton_09Neste sábado  28/02/15/,  completa três anos do falecimento do pesquisador Newton Alves. Considerado um dos grandes estudiosos da história do ABC F.Clube. Foi uma grande perda para o clube da Vila Olimpíca. Era um jovem simples e humilde. Sua paixão. ABC. Em anexo, foto do saudoso.
 
Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
 
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante


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Médicos

Não tem nada a ver com futebol, mas preciso que todos leiam essa história:

MÉDICOS

Zilma era uma simpatia de pessoa.

Jovem, não tinha 40 anos ainda, trabalhadeira, incansável, não sabia o significado da palavra mau humor.

Cudava da casa, da comida e ainda arriscava tratar das plantas.

Antes de vir trabalhar na minha casa, cuidou de idosos, mas aí começou a fazer falta em casa, aos filhos e esposo.

Depois de um bom tempo, no qual eu, minha esposa e filhos não tivemos uma reclamação a fazer, ela nos disse que não viria mais, ficaria em casa cuidando da casa e de um pequeno comércio.

Agradeceu, nós mais que ela, e ficamos felizes sim, pois a vida de Zilma melhorava a cada dia.

E mesmo sem vê-la, e sempre que acontecia (mais minha esposa) que eu, falava da felicidade do encontro, das lembranças que ela mandava.

Uma amiga muito querida da família.

Tempos depois, a trágica notícia: Zilma morreu.

Quando Evânia, minha esposa, com os olhos marejados me contou foi como se tivesse perdido alguém da família.

Zilma! Tão forte, tão cheia de vida, de planos, morta!? Difícil aceitar.

Por um bom tempo não tivemos detalhes da causa. Pensei até no maldito câncer, tão rápido foi o caso.

Dia desses, em contato com a irmã, minha esposa ficou sabendo de como se deu a morte de Zilma.

Sabendo dos detalhes , me vieram à lembrança fatos deprimentes de “médicos”, associações, corporações fazendo todo tipo de censura, sacanagem e podridão contra os médicos cubanos.

A cruzada contra o programa Mais Médicos do Governo Federal.

E lembrei também do que li recentemente postado por um grupo de nazifascistas intitulados revoltadosonline, denunciando médicos cubanos trabalhando sem diploma no Brasil.

Claro, não passa de mais uma mentira torpe desse escória lamacenta, entre tantas a que eles espalham todos os dias na internet.

Zilma adoeceu. Como quase todo mundo ela procurou atendimento numa UPA de Natal, perto de sua casa.

Estava se sentindo mal, dores de cabeça, no pescoço e outras coisas.

Na UPA foi atendida por um médico que mal olhou para ela, e nem a tocou (já lembrei logo do atendimento que recebeu meu amigo Calango, da tevê Assembleia, que levou uma queda, bateu com a nuca no chão, estava com dor de cabeça terrível, com ânsia de vômito, e o médico, ‘mauricinho’ – roupa branca impecável, sapatos de luxo, pulseira e cordão de ouro, barbicha brilhante, bem cuidada, o atendeu sem sequer olhar na sua cara. Só escrevia. Aliás, não o olhou na cara. Receitou um remédio e mandou ele esperar até às 7h da manhã., quando chegaria o médico especialista) e disse: “é uma virose”.

O médico que atendeu Zilma, mal, receitou comprimidos de Parecetamol e a mandou para casa.

Zilma foi embora, mas, claro, não melhorou, muito pelo contrário. O seu estado de saúde se agravou.

As dores de cabeça aumentavam, dores no pescoço. Voltou ao posto, acabou sendo expulsa do consultório junto com a irmã mesmo com febre alta, forte dor de cabeça , pescoço rígido, ânsia de vômitos, náusea e confusão mental, além de dificuldade de concentração, sintomas tão importantes e caracterísiticos.

Irritado pelas contestações, o médico lhe receitou, enfim, uma injeção e bateu a porta furioso, indignado.

Zilma entrou em coma. Morreu de meningite.

A família, como sempre acontece, se dividiu. Parte queria, com razão, processar o médico (se é que se pode chamar um canalha desses assim), a outra sendo contra, aconselhada por pessoas fracas.

O mais estarrecedor de tudo isso é que, depois, procurando o prontuário de atendimento, e toda a documentação, não encontraram nada. Tudo havia sumido da UPA onde ela foi atendida.

Nem mesmo ficaram sabendo do nome do médico.

Esse é um pedaço da cara do Brasil que as elites não querem que mude.

Claro, esses vagabundos “médicos” que citei no meu relato não representam, quero crer, a maioria da categoria.

Uma coisa eu tenho certeza: eles representam todos os médicos que são contra programas como o Mais Médicos, por exemplo.

Zilma, de família humilde, deixa marido e quatro filhos. O mais novo, muito apegado, ainda chora hoje quando falam no nome de sua mãe.

 


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Saudades de Joel Ribeiro

abc2_09abc4_09Nesta sexta-feira 27/02/15/, se estivesse vivo completaria sessenta e três anos o ex-atleta Joel Ribeiro. Iniciou a carreira no futebol carioca. Atuou nas equipes do Flamengo e São Cristóvão. Em 1974, começou sua jornada pelo futebol do Nordeste. Seu primeiro clube foi o Ferroviário(CE). Em seguida, ABC, América, Fortaleza(CE), Botafogo(PB), Baraúnas e Treze (PB). No auge conquistou para o América os títulos de Campeão Estadual de 1977 e 1979. Anexo, fotos do saudoso Zagueiro. Primeira, equipe do ABC de 1975. Da esquerda para direita em pé, Sabará, Hélio, Domicio, Joel Ribeiro, Maranhão e Anchieta; agachados, Aloísio(massagista), Noé Silva, Samuel, Alberi, Danilo Menezes e Noé Soares. Segunda foto. Equipe do América de 1977. Da esquerda para direita: em pé, Cícero, Ivan Silva, Joel Santana,  Washington, Joel Ribeiro e Cosme; agachados, Ronaldinho, Rogério, Santa Cruz, Alberi e Ivanildo.
 
 
Arquivo pessoal: Ribamar Cavalcante
 
Atenciosamente,
Ribamar Cavalcante

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